Desde sempre lembro-me viajando em imagens. Primeiro elas fugiram de meu olhar interno e se faziam ver mergulhadas em papel e cores. Depois vieram as palavras e a inspiração dos sonhos, pois foi a realidade que, muitas vezes, trouxe os pesadelos. Em busca de organizar este mundo interior surgiu a Ilha.União de idéias e sonhos, asas que herdei. Apresento-a em pequenos trechos e peço que questionem, perguntem muito para que ela possa tornar-se mais rica e interessante, lugar melhor pra viver.

21.11.12

Um dia, a gente ganha presente e nem é Natal!




Assim foi hoje, quando abri o blog de minha filha Anna. 

TERÇA-FEIRA, 20 DE NOVEMBRO DE 2012

À minha árvore

Quero dedicar alguns minutos pra te agradecer imensamente pelo amor próprio, coragem e dignidade que você plantou e garantiu todas as condições pra que crescessem em mim.
Nem sei se realmente são estes os nomes certos mas o fato é que sinto um orgulho cheio de não querer o que não seja meu, saber que nada paga minha paz comigo mesma, que posso feliz pendurar a melancia no pescoço e as uvas nos cílios e ir pra onde meus pés me levarem pois isso não desrespeita e nem diz respeito a ninguém senão a mim mesma e, se no caminho ainda fizer alguns gargalharem, estará bem pago meu suposto mico.
Gosto do limpo, do sincero, sem hipocrisia mas com a sensibilidade da discrição.
Obrigada, mãe! Por me ensinar a acreditar numa justiça maior, ainda que hoje pelo cansaço das dores, você mesma pareça não acreditar muito nisso.
Obrigada por me ensinar que o amor é o melhor remédio pras dores inevitáveis, pra saudade, o melhor contrapeso pros erros sinceros...
Obrigada por me dar um esqueleto pra alma.


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